A galera da Boo-Box, uma empresa de publicidade brasileira especialista em mídias sociais, divulgou alguns passos para a gente entender como usar o Twitter com mais eficiência.
Vamos lá:
1. Inclua em sua bio algumas palavras-chave sobre seus interesses, para as pessoas saberem por que devem te seguir.
2. Atenção aos horários. Às 5 da manhã é difícil alguém ler. Quando seu público está online?
3. Pense em “manchetes”. Use frases curtas mas completas, com palavras que chamem a atenção.
4. Compartilhe boas causas.
5. Use Hashtags pra ajudar os usuários a encontrar tweets relacionados. #mas #não #exagere.
6. Além de monitorar as menções da sua arroba, configure uma busca por seu nome, site etc.
7. Ter um grande número de seguidores não diz muito. Precisa impactar a audiência.
8. Faça perguntas. Estimule conversas, crie engajamento.
9. Confira seus tweets antes de publicar e veja se o link está abrindo.
10. Não há um mínimo para o número de tweets diário. Se você tuitar sobre um post novo no seu blog, é até interessante repetir em horários diferentes para atingir mais leitores.
11. Ao fazer #FF (Follow Friday), inclua um comentário explicando por que os usuários indicados são interessantes.
12. Releia os seus tweets anteriores pra saber quais posts geraram mais retorno. Procure lacunas de conteúdo ou redundâncias.
13. Facilite o compartilhamento: mantenha-se abaixo dos 120 caracteres.
14. Personalize o background do seu perfil.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Talk show com Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg
Vale pra todo mundo o convite feito pela gerente de jornalismo da CBN, Mariza Tavares.
A rádio que toca notícia. O slogan que até hoje acompanha a CBN traduz um conceito que, antes da criação da emissora, em 1º. de outubro de 1991, não existia no Brasil. Informação isenta, com espaço para a pluralidade de opiniões e a análise crítica do que está por trás dos fatos – este sempre foi e continua sendo o compromisso da CBN com seus ouvintes e internautas. Para comemorar esses 20 anos de trajetória, a CBN preparou programas e talk shows com plateia em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília e em Belo Horizonte. Esta é a atração especial do Rio, na próxima segunda, dia 3. Eu ficaria muito feliz de ver você lá.
Dia 3/10, segunda, das 20h às 21h – talk show com Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg, com mediação de Carolina Morand: “Um balanço dos últimos 20 anos da economia brasileira e os desafios para os próximos 20”. Os ingressos poderão ser retirados a partir das 15h na bilheteria do teatro.
Local: Teatro Oi Casa Grande – Avenida Afrânio de Mello Franco 290 (ao lado do Shopping Leblon)
Dia 3/10, segunda, das 20h às 21h – talk show com Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg, com mediação de Carolina Morand: “Um balanço dos últimos 20 anos da economia brasileira e os desafios para os próximos 20”. Os ingressos poderão ser retirados a partir das 15h na bilheteria do teatro.
Local: Teatro Oi Casa Grande – Avenida Afrânio de Mello Franco 290 (ao lado do Shopping Leblon)
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Os entrevistados que ficam de fora
Você encontra um especialista muito fera na área de sua cobertura. Um acadêmico que é referência, ou um agente público importante, alguém com muita experiência prática etc.
Encontra o telefone da pessoa, explica sobre o que é a pauta e pergunta se ela pode ceder uns minutos do dia para uma entrevista.
Ela aceita, vocês marcam um horário, a conversa – principalmente em pautas mais aprofundadas – toma um belo tempo do dia dela.
No dia que você disse a ela que a reportagem seria publicada, ela compra o jornal, na expectativa de ver todas aquelas informações que te passou recheando seu texto. Na maioria das vezes, encontra apenas uma frase e sente-se frustrada. Às vezes, nem isso: ela não foi nem sequer citada.
Essa é uma das situações mais comuns em jornalismo. As fontes mais requisitadas, que conhecem melhor o processo de produção de um jornal, sabem que isso é comum e não se importam. Mas aqueles mais reservados, que falam menos com a imprensa, muitas vezes ficam chateados, achando que perderam tempo ao falar tanta coisa boa pr'aquele jornalista.
Por que acontece isso?
Primeiro, porque o espaço no jornal é muito limitado. Às vezes temos que tratar de temas espinhosos, complexos, que mais mereceriam uma tese acadêmica, e condensá-los ao máximo, da forma mais concisa possível, em 40 cm de texto (o que já é considerado um texto "grande" na Folha). Pra se ter uma ideia de como não é NADA, 40 cm equivale a 2.700 caracteres, com espaços, na medição do Word.
Segundo, porque, para fazer uma matéria realmente aprofundada, precisamos ouvir MUITA gente. Precisamos de nos cercar, para ter certeza de que não estamos falando bobagem. E aí, realmente, não cabe todo mundo – senão o texto vira um amontoado de aspas, que não tem fluidez nenhuma, não dá nenhum prazer de ler.
Por isso, quando vocês deixarem um bom entrevistado de fora, vocês podem ter a delicadeza de explicar a ele, depois, que, durante a edição do texto (na maioria das vezes nem feita por você, mas pelo redator ou editor), a informação que ele passou teve que ser cortada. Mas – o que é o mais importante –, sem aquela informação você não teria conseguido embasamento suficiente para fazer aquela matéria.
O entrevistado que fica de fora é tão importante quanto o que entra. E as informações que ele passou estão em cada entrelinha do texto.
(Ctrl C + Crtl V do blog Novo em Folha)
Encontra o telefone da pessoa, explica sobre o que é a pauta e pergunta se ela pode ceder uns minutos do dia para uma entrevista.
Ela aceita, vocês marcam um horário, a conversa – principalmente em pautas mais aprofundadas – toma um belo tempo do dia dela.
No dia que você disse a ela que a reportagem seria publicada, ela compra o jornal, na expectativa de ver todas aquelas informações que te passou recheando seu texto. Na maioria das vezes, encontra apenas uma frase e sente-se frustrada. Às vezes, nem isso: ela não foi nem sequer citada.
Essa é uma das situações mais comuns em jornalismo. As fontes mais requisitadas, que conhecem melhor o processo de produção de um jornal, sabem que isso é comum e não se importam. Mas aqueles mais reservados, que falam menos com a imprensa, muitas vezes ficam chateados, achando que perderam tempo ao falar tanta coisa boa pr'aquele jornalista.
Por que acontece isso?
Primeiro, porque o espaço no jornal é muito limitado. Às vezes temos que tratar de temas espinhosos, complexos, que mais mereceriam uma tese acadêmica, e condensá-los ao máximo, da forma mais concisa possível, em 40 cm de texto (o que já é considerado um texto "grande" na Folha). Pra se ter uma ideia de como não é NADA, 40 cm equivale a 2.700 caracteres, com espaços, na medição do Word.
Segundo, porque, para fazer uma matéria realmente aprofundada, precisamos ouvir MUITA gente. Precisamos de nos cercar, para ter certeza de que não estamos falando bobagem. E aí, realmente, não cabe todo mundo – senão o texto vira um amontoado de aspas, que não tem fluidez nenhuma, não dá nenhum prazer de ler.
Por isso, quando vocês deixarem um bom entrevistado de fora, vocês podem ter a delicadeza de explicar a ele, depois, que, durante a edição do texto (na maioria das vezes nem feita por você, mas pelo redator ou editor), a informação que ele passou teve que ser cortada. Mas – o que é o mais importante –, sem aquela informação você não teria conseguido embasamento suficiente para fazer aquela matéria.
O entrevistado que fica de fora é tão importante quanto o que entra. E as informações que ele passou estão em cada entrelinha do texto.
(Ctrl C + Crtl V do blog Novo em Folha)
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